A foto acima mostra a matriarca vovó Mariquinha Siqueira e família nos idos de 1920. Apareço no colo do papai que está em pé (segundo da direita para esquerda). Hoje sou um dos dois sobreviventes daqueles longinquos e saudosos tempos.
Em dois mil e sete,
Escrevi umas notas,
Um simples esquete,
Sobre estranho estado
Que nos acomete.
Postura difícil de definir.
Agora é dele que vou aludir.
É o que ocorre,
Num dado momento.
Um estranho sentimento,
De grande emotividade.
Que nos envolve repentinamente,
Num impulso de espiritualidade.
Deixa-nos comovente.
Pode levar nossa alma
Às raias da ansiedade.
Ou, ao contrário, a uma doce calma,
Que nos enlaça no amor e na amizade.
Dá-nos paz e felicidade.
E muito mais que isso,
É um sentimento castiço,
Que só poderia ser a saudade.
Na foto apareço em companhia do papai no início dos anos 80, do meu primogênito Kleber e do meu neto Klebinho. Quatro gerações que compartilharam momentos fugazes de convivência que deixaram marcas de alegrias e saudades...

Francisco Mello Siqueira
Santos, 22 de Julho de 2010
4 comentários:
QUERIDO PAI,
QUE SURPRESA TIVE HOJE AO LER SEU ESCRITO SOBRE A "SAUDADE"...ME EMOCIONEI MUITO, POIS CONSEGUI ME IDENTIFICAR ATRAVÉS DA SUA POESIA SOBRE O MEU SENTIMENTO EM RELAÇÃO A SAUDADES!!!
UM SENTIMENTO NOBRE E MISTERIOSO,PROFUNDO,QUE É AMAINADO POR NOSSA MAMÓRIA.
SAUDADES...QUERIDO PAI
BEIJOS DE SUA FILHA
KEILA
JACUTINGA, 15/08/2010
Oi pai.
Muito boa poesia.
Muitas vezes sinto o mesmo!!!
Beijos de seu filho
Jr
Oi pai.
Muito boa poesia.
Muitas vezes sinto o mesmo!!!
Beijos de seu filho
Jr
BELA FOTO!
REUNINDO OS PRIMOGÊNITOS DE 4 GERAÇÕES DE SIQUEIRAS
JACUTINGA
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