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quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

A PROTEÇÃO DIVINA












Da praia do Leblon, a quietude,
em noite cálida e enluarada,
trocava juras com minha namorada.
Fato que recordo de minha juventude

Imagine só se isso é possível
nos dias de hoje, sem segurança,
expondo-se a uma aventurança,
cujo fim é inconcebível.

A população da Terra, em sua essência,
era de menos de quatro bilhões.
a disputa pela sobrevivência,
não tinha o rigor de hoje, as proporções.











A ONU informa que atingiu a Terra
a cifra de sete bilhões na sua população,
neste ultimo dia de outubro, que se encerra.
Um número de grande significação.

Com essa enorme massificação,
a luta pela sobrevivência
leva o homem ás raias da agressão,
roubando e matando pela contingência.

Aqui em nosso Brasil é verdade.
O Crime é organizado. É crime de toda sorte.
Fruto de muita criatividade.
É saidinha de banco até roubo seguido de morte.










Se o nosso quotidiano
expõe nossa vida ao risco,
por que há idosos nesta terra do Corisco?
Não seria pela proteção de ser humano.

Não. O salmista diz que para ser socorrido
da seta que voa de dia,
da bala perdida da barbaria,
das asas do Altíssimo deve estar protegido.















Francisco Mello Siqueira

FRANCISCO MELLO SIQUEIRA
Santos, 15 de Janeiro de 2012





domingo, 24 de outubro de 2010

MANIQUEÍSMO



MANIQUEÍSMO

No nosso quotidiano,
Com freqüência,
Somos instados
A decidir, por opção,
Com consciência,
No jogo do Sim e do Não.
Nossa posição,
De ser humano.

E por em prática,
No jogo do Bem e do Mal,
Um predicado,
Que Deus nos concedeu:
O livre arbítrio. Um sinal,
Um bem sustentado
Pela prática da Moral.

Um filósofo, no inicio da era Cristã,
De origem persa, um profeta,
Mani, o mago, fundou uma religiosa teoria,
De autentica e dualística filosofia,
Uma espécie de vendeta,
Entre forças belicosas,
Que dividem o mundo,
E, para ele, igualmente poderosas.
De um lado a Matéria,
O Mal, o Diabo, o Capeta,
Do outro, o Espírito,
O Bem, Deus.
Seita baseada no sincretismo,
Conhecida por Maniqueísmo,
Cujos seguidores são os maniqueus,
Reúne idéias do Hinduísmo,
Budismo. Zoroastrianísmo,
Cristianismo e outros “ísmos”.

Durante a Segunda Grande Guerra,
No auge da luta contra os Aliados,
Na frente Russa dos solos gelados,
Hitler, o Fuhrer do 3º Reich, convencido
Por Horbiger, maniqueu, que na luta aqui na Terra,
Entre as forças do Gelo e do Fogo,
O exército alemão seria fortalecido.
Acreditou que sob o tacão dos seus soldados
Todo o gelo seria derretido.
Contrariando seus generais
Com grande determinação,
Não recuou e sucumbiu aos fatos reais.
Provocou a derrocada geral.
Muito pior que isso, afinal.
A derrota do Nacional Socialismo Alemão.

O Apóstolo Paulo discorre
Como o Reino de Deus alcançar,
Na sua Epistola às igrejas da Galácia.
À Teoria dos Opostos ele recorre,
Para o entendimento facilitar:
Contrapondo aos infiéis,
Os quais aos Céus não conseguirão chegar,
Pela prática das Obras da Carne:
Inimizades, porfias, lascívia, e idolatria,
Pelejas, heresias, e feitiçaria,
Adultério, iras, e dissensões,
Prostituição, e emulações,
Os que conseguirão os Céus alcançar,
Fieis pela prática do Fruto do Espírito:
Amor, gozo, paz, mansidão, e longanimidade,
Bondade, fé, temperança, e benignidade.

O dia trinta um de outubro,
Segundo turno da eleição,
É um bom exemplo da atualidade.
Disputam o cargo de presidente
Os candidatos Dilma e Serra.
O voto deve ser dado com liberdade,
Quebrando as amarras partidárias,
Das campanhas com sabor de guerra,

Para exercer, ao votar, a cidadania,
E manter, do Brasil, a Democracia.

Em assunto que integra,
Que envolve, de modo geral,
O comportamento humano,
A única fórmula universal,
Que daria suporte, sem engano,
Prescrita pela Moral,
É o Livre Arbítrio, um julgamento
Que não depende de regra.


Francisco Mello Siqueira

Francisco Mello Siqueira
Santos, 20 de Outubro de 2010

domingo, 15 de agosto de 2010

SAUDADE

Vovó Mariquinha e Família
A foto acima mostra a matriarca vovó Mariquinha Siqueira e família nos idos de 1920. Apareço no colo do papai que está em pé (segundo da direita para esquerda). Hoje sou um dos dois sobreviventes daqueles longinquos e saudosos tempos.


Em dois mil e sete,
Escrevi umas notas,
Um simples esquete,
Sobre estranho estado
Que nos acomete.

Postura difícil de definir.
Agora é dele que vou aludir.
É o que ocorre,
Num dado momento.

Um estranho sentimento,
De grande emotividade.
Que nos envolve repentinamente,
Num impulso de espiritualidade.
Deixa-nos comovente.

Pode levar nossa alma
Às raias da ansiedade.
Ou, ao contrário, a uma doce calma,
Que nos enlaça no amor e na amizade.
Dá-nos paz e felicidade.

E muito mais que isso,
É um sentimento castiço,
Que só poderia ser a saudade.


Vovó Mariquinha e Família
Na foto apareço em companhia do papai no início dos anos 80, do meu primogênito Kleber e do meu neto Klebinho. Quatro gerações que compartilharam momentos fugazes de convivência que deixaram marcas de alegrias e saudades...



Francisco Mello Siqueira

Francisco Mello Siqueira
Santos, 22 de Julho de 2010

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

O IMPONDERÁVEL

O IMPONDERÁVEL

Dia desses um nosso conhecido,
Depois de uma consulta de rotina,
Com o resultado de exames conferido,
O médico, depois que o examina,
Bate-lhe no ombro e o anima.
Deseja-lhe boa sorte.
De volta para Santos, sua residência,
Surpreende os que lhe dão assistência
E sofre, na viagem, repentina morte.

O que isto significa?
Apenas coincidência?

Os parâmetros indicadores de boa saúde
Por dados estatísticos são definidos.
Mas há outros fatores envolvidos,
Que fogem ao nosso conhecimento.
Que não são por nós conhecidos.
Decisivos para a realização do advento.
É o caso da bala perdida,
Que para a vítima não foi desferida.
Quando ela entra na linha de colisão
Do bólido que vinha em sua direção,
É de morte ferida.

Desconhecer a hora da transição
Para a vida eterna
É de Deus compaixão
Muito mais que isso.
Vida não se prosterna.
É misericórdia. É sorte.
Mas como ninguém escapa
Desse transe que é a morte,
Não convém viver à socapa.
E sim intensamente.
Mas convém estar em alerta.
Nada de deixar para depois.
Pois a vida é incerta.
O depois poderá não existir.
E mesmo o amanhã não advir.

O homem é dono do passado.
E também do presente.
Mas não do que virá pela frente.
Ninguém se dê por achado
Porque isso não convence.
O futuro a Deus pertence.


O que isto significa?
Apenas coincidência?

São fatos nunca por nos imaginados,
Que traduzem nossa inteira dependência,
Quando de um fato inusitado,
Nos atinge a Soberana Vontade,
Da Onipotente Majestade,
Do nosso Deus, a Providência.

- O -





segunda-feira, 24 de agosto de 2009

MEDO

MEDO

Interessante como o medo
Solapa a nossa razão.
Bole com o nosso espirito,
Como se ele fosse um brinquedo.
Coloca-nos em forte emoção,
Com a força de um torpedo.
Deixa-nos muito aflito.
É um sentimento
Que nos coloca em alerta,
Contra uma coisa que nos desagrada.
Que chega às raias de um tormento.
É como se fosse uma ferida,
Dificil de ser curada.
O medo que tenho é de avião.
É coisa que muito me amofina.
Verdadeira alucinação.
Não consigo me dominar,
E fico por conta da adrenalina.
Em viagem demorada,
Acalmo minha ansiedade,
Com algumas doses de whikey,
E lastino, da viagem, a morosidade.
De hora em hora, consulto o relógio,
Para acalmar o meu frenesi.
Apesar das poucas viagens aérias
Já passei por alguns sustos.
Por conta da causalidade.
Meu sangue esfriou nas artérias.
Pois não há como controlar
A fatalidade.
Em Lisboa, ao se aproximar da pista,
O piloto arremeteu o avião;
Distanciou-se do aeroporto,
A perder de vista.
Pensei logo no trem de aterissagem .
Fiquei naquele desconforto,
De quem não está informado,
Só fiquei sabendo dias depois da viagem,
Que a pista fora invadida por um alienado.
Já em Congonhas, o avião
Sacolejava ao pousar.
Mas, pela tripulação
Foi prontamente avisado,
Que era um peneu furado.
Em termos de susto, o maior
Foi na América do Norte.
Pegamos uma tempestade.
A tal falta de sorte.
O avião despencou de repente.
Quinhentos metros, aproximadamente.
Vi objetos voando dentro do avião.
Crianças rolando pelo chão.
Não dá tempo de pensar em nada.
No momento de o controle retomar,
O avião treme todo,
Parece desmanchar.
Só então a gente se liga,
Do perigo passado.
Verdadeira dor de barriga.
Certa vez
Na Ponte Aéria Rio Sáo Paulo,
Depois de alguns minutos de viagem,
O comandante anuncia,
Numa fria mensagem,
Que vamos retornar,
Por problema técnico.
É uma mensagem evasiva.
Acho preferivel não informar,
A ser tão lacônico.
É uma mensagem negativa.
Que dá oportunidade
De se cogitar.
E até mesmo de pensar
Que ela contém velada ameaça,
O destino do avião.
Que poderá ser uma desgraça.
Ela aunentou minha preocupação.
Nada aconteceu , felismente.
Deveria ter sido pequena avaria.
Sem perigo de vida.
Mas, por conta disso,
Uma informação não aferida,
Disparou o meu coração.
Sofri uma taquicardia.
Continuo com medo de avião.

- O -

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

O PERENE E O PERECÍVEL

O PERENE E O PERECÍVEL



Já me encontro
No outono da vida.
A essa idade a que cheguei,
Para não me chamar de velho,
Traste. Um adjetivo desreipetoso,
Prefiro usar um mais generoso
Ao referir-me como idoso.
Mas o que é a vida?
Será apenas o meu corpo?
Essa estrutura que já foi pequena
Frágil e sentida.
Doce como a açucena.
Que já foi jovem e bonita.
Tão bela quanto um poema.
Hoje um arcabouço envelhecido,
Pelo tempo gasto, carcomido.
Mas que é o repositório
De meu parco conhecimento,
Um arquivo pequeno,
Mas que não deve ser perdido.
Um bem adquirido
Ao longo desse tempo todo vivido.
O viver não pode ser tão transitório.
Para só acabar com o que hoje aparento.
Não, não é isso o que acalento.
Não, não termina assim.
Não deve ser um desalento.
Ao contrário, tenho certeza
Numa vida futura.
Acredito no advento,
Na próxima vinda de Jesus.
Numa vida de brandura,
Da ressurreição, precedida
Creio na vida eterna
E na sobrevivência da alma,
Por Jesus prometida.
Uma nova vida de calma.
E esse corpo arruinado,
Pela ação deletéria da gravidade,
Voltará á terra.
Dormirá na profundidade.
Mas esse sopro divino,
A alma, continuará viva,
Com o Salvador, na Eternidade.

- O -

AMOR FRATERNAL

AMOR FRATERNAL

Dedicada aos Aprendizes

Fraternidade o que é?
Não é amar a esmo.
È amar o próximo
Como a si mesmo.
De Jesus essa é a palavra
Não é de minha lavra.

Quem é o próximo?
É quem esta perto?
Ou isso é incerto?
Como posso saber?
Melhor é pensar
Como se pode amar.

Será que é o rico?
Ou o mendigo?
Ou o amigo?
Como será?
Será o abastado?
Ou o desafortunado?

Não há acepção de pessoas!
Paulo, o apostolo, recomenda,
Em tom de reprimenda,
À Igreja de Corinto:
Dom supremo é o amor,
Fraternal, com muito ardor.

Assim diz o salmista:
Irmãos vivam em união,
Em plena comunhão.
Tal como o óleo precioso
Sobre a cabeça de Araão,
Pai Santo de Sião.

O amor é paciente, benigno.
Como disse Jesus
Aos apóstolos que fizeram jus:
Dos mandamentos o amor é o maior.
Meus queridos, aos inimigos precisamos amar,
Para Deus nos galardoar.

= O =

Santa Clara , Maio de 2003

domingo, 12 de julho de 2009

O PECADO

O PECADO

Interessante!
Justamente num lugar,
Criado por Deus, sagrado,
O Jardim do Éden,
Fortemente vigiado,
Por anjos, os Querubins,
A segurança foi violada,
Por Satanás, travestido
De Serpente astuciosa.
Que ofereceu à Eva
Uma fruta apetitosa.
Depois de ela comer a maçã,
Juntamente com Adão,
Caiu em si. Descobriu,
O verdadeiro, real:
Que a serpente a traiu.
Cometera uma execração,
A traição, a aleivosia,
Contra o seu Criador.
Com vergonha, o casal
Do paraíso foi banido.
O Diabo exultou de alegria,
Pois entre Deus e o Homem
Estabeleceu a inimizade.
Mas, a misericórdia de Deus,
Não abandona nunca os seus.
Na sua benignidade
Resgatou a sua criatura.
E esse pecado cometido,
Simbolizado pela maçã,
Ficou conhecido,
Pela sua celebridade,
Por Pecado Original,
O legado transferido
Para os descendentes, o clã,
A Humanidade.
- O -







quinta-feira, 9 de julho de 2009

O TEMPO

O TEMPO

Ora o tempo. O que é o tempo?
É uma extraordinária entidade,
Impessoal, independente.
Que a ninguém se subordina
Que tem até personalidade.
Sempre existiu. É permanente.
Nasceu com o Universo.
O tempo não pára, para nós mortais.
É um verdadeiro algós
Para a nossa adrenalina.
Principalmente quando nós
Estamos atrasados
Aos compromissos agendados.
Sua medida é baseada
Na trajetória do Sol.
Hoje facilitada pelo relógio.
Mas a Bíblia Sagrada
Menciona uma parada,
Em Gibeon, na peleja
De Israel com os amorreus,
Quando o Sol parou
Pela palavra de Deus,
Dilatando do dia a claridade
Necessária para decidir a hostilidade,
Vencida pelo rei Josué, que a vitória festeja.
- O-



quarta-feira, 10 de junho de 2009

PUDICICIA

PUDICICIA

Ao declarar-se à amada, Casemiro, galã,
Dizia que num descuido sem par,
Que o fez a libido exaltar,
Moreninha mostrou o pé, de fato.
Vergonha para uma mulher de recato,
Corou-lhe a face como maçã.

Esse deslize desgastante,
Que à moça compungiu,
Há século e meio atrás surgiu.
Mas de lá para cá esse recato,
Descrito pelo exímio literato,
Perdeu a força e ficou tolerante.

Essa maneira de ser, o costume,
A moda. É um fato social coercitivo,
Acaba forçando a todos. É expansivo.
Ninguém gosta de ser diferente,
Inda mais quando a coisa é atraente.
E chega ao povo, como exala o perfume.

No século passado. Década de trinta.
Banho em colégio de freira
Era só na seta-freira.
O regime da escola
Era banhar-se de camisola
O habito de mulher distinta

Tudo muda continuamente.
E os conceitos também.
Mudança melhora e faz bem.
E a sociedade se acomoda
E acaba entrando na moda.
De forma benevolente.

Na década de quarenta
O maiô era inteiriço.
Tinha até um saiote.
Mas nada de decote.
Esse era o grande feitiço.
Que, da época, ele representa.

O maiô se tornou leve demais,
Perdeu o saiote, ficou justo, ganhou decote.
Já mostrava até mesmo o culote.
Aí, o “duas-peças” surgiu, em setenta.
O famoso biquíni. Que o maiô aposenta.
E fez grande sucesso, como nunca, jamais.

Mas, chegava um lance alviçareiro.
Que deu no biquíni de dez a zero.
Um verdadeiro refrigero.
Era a vez do “Fio dental”,
Mostrando tudo, menos o principal,
O corpo da mulher por inteiro.

Não demorou muito a mudança.
A queda do cordão foi a próxima meta.
Da moda que não é nada discreta,
E quer a mulher toda nua
Em desfiles, no meio da rua.
Para regalo e festança.

Chamado de “Tapa sexo’,
Usado em desfile carnavalesco,
Chegando ás raias do burlesco,
Tornou-se a nova escalada.
Mas o próximo passo é barbada.
É de deixar todo mundo perplexo.

Na moda surgiu da arte um estilo.
O nu é revestido de tintas somente,
Elas disfarçam as curvas e o pudente,
Cobre toda a pele com muita discrição.
É o que se vê de longe, pela televisão,
Como moda não vejo nele cintilo.

A volta às origens tem sido obsessão.
É comungar com a Natureza.
Usufruir do corpo a beleza.
Se Moreninha, hoje, aqui viesse. Que diria?
Além do pé, o que mais ela mostraria?
Ah! Isso, agora, fica por conta da imaginação.
- O -

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

O AMOR

O que pode ser chamado de amor?
Trata-se de coisa difícil de explicar.
Fico pensando como poderia me manifestar
Nesse sentimento transcendente falar.

Paulo, em I Coríntios, discorre sobejamente.
Conclui que das virtudes o amor é a maior.
Afirma sempre que o não amar é o pior.
Ao contrario, o amor chega ser complacente!

Paulo recomenda o amor de que tipo?
Especialistas falam de outras maneiras de amar.
Sexus, Eros e Ágape são variantes a considerar.
Saber o que é isso me empenho e participo.

Esse primeiro fala de um amor abrasado.
O sexus é próprio das emoções sensoriais.
Carnal. Efêmero. É a troca de caricias corporais.
Contatos entre homem e mulher. Exacerbado!

O Eros é o sexus moderado.
Do amor verdadeiro e sentimental
Duradouro. Reside na alma. É real.
Beira o platônico. È do apaixonado.

Será que é de um desses que o apostolo fala?
Ambos ligados do nosso corpo ás transformações
Físico-químicas que governam as nossas emoções?
Não. Não é desse tipo de amor que o apostolo propala.

Do amor muitos atributos o apostolo Paulo enumera
Ele fala de um amor sublime, de entrega, de doação
Desinteressado. Só pode ser do ágape a sua menção.
Pois é na fraternidade que ele persevera!

- O -